Daniel Campos
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Obras

Confira Conspiração Tamburello, o 25º livro de Daniel Campos.

Encontradas 30 obras. Exibindo página 3 de 3.

Se eu morrer de amor

2003 - Prosa

Infinitas às vezes em que o poeta se perguntou ? e se eu morrer de amor? Mas essa era uma pergunta poética, afinal seis anos depois de seu primeiro poema, o poeta ainda não havia morrido de amor.

Em Se eu morrer de amor, o leitor irá encontrar talvez a parte mais intensa, sentimentalmente falando, da obra de Daniel. O livro traz poesias em prosa e em linhas, como preferir, falando de amor. E de um amor maior. Aquele amor sem tempo, sem espaço, sem dimensão. Um amor urgente e que pode esperar a vida toda para que nasça em sua plenitude.

O livro conta com textos clássicos de Daniel, como o próprio Se eu Morrer de Amor, Saudosismo, Sonha... textos marcados por um estilo próprio de Daniel, que vai construindo o texto a partir de repetições poéticas.


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Sentimentando

2003 - Poesia

Eu sentimento. Tu sentimentas. Ela sentimenta. Essa parece ser a conjugação de Daniel Campos. Dia e noite, noite e dia, Daniel Campos prossegue sentimentando. Forma-se jornalista, mas o sentimento é a sua verdadeira vocação. Musas vão e vem à busca incessante pela mulher amada, ainda não encontrada por Daniel.

E nessa seara de sentimentos, o poeta se vê constantemente entre o medo e o desejo, entre o real e o abstrato, entre o sensível e o falso. Duelos constantes dentro do poeta. E o físico sofre as conseqüências causadas pelo efeito desse sentimento - as emoções. E nesse duelo entre o fora (emoção) e o dentro (sentimento), o poeta vai se nascendo e morrendo e nascendo num ciclo.

E o poeta, em versos, vai filtrando essas emoções como quem quer produzir um perfume proibido, uma essência secreta. Mais do que nunca, a cada verso o sentimento se consolida na obra de Daniel como a decisão tomada pelo espírito poético face ao mundo que dizima sonhadores.


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Silva, o sobrenome do Brasil

2003 - Livro-reportagem

As eleições 2002 desencadeiam um processo inédito na história do Brasil. O presidente (Lula), o vice-presidente (José Alencar), o ministro da Casa-Civil (José Dirceu), a ministra do meio-ambiente (Marina), a ministra da Ação Social (Benedita), o ministro do Fome Zero (Graziano) tem uma coisa em comum. O sobrenome Silva. Nunca tantos silvas estiveram no poder. E é com essa motivação que dois estudantes de jornalismo da PUC-Campinas, Daniel Campos e Francisco Domingos partem em busca de uma das mais fascinantes histórias da nossa história - a história do sobrenome Silva.

A chegada do sobrenome Silva ao poder, com os bastidores da posse de Lula; a origem e as lendas em torno da origem do sobrenome, a chegada do sobrenome ao Brasil, os Silvas históricos; os Silvas famosos; os Silvas do alto escalão do governo e os Silvas anônimos, que geram uma reflexão sobre essa história, compõe o livro.

Unindo literatura e jornalismo, ou melhor, jornalismo literário, esse livro pode ser considerado um romance da vida real. Construído sobre as bases da narrativa, o livro leva a um novo descobrimento do Brasil. O livro foi apresentado como projeto de conclusão de curso e ganhou nota 10 da banca examinadora, sendo lançado em Brasília ainda em 2003, com a presença de vários Silvas.


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Sonhadeiro

2002 - Poesia

O filósofo grego Diógenes Laércio caminhava pelas ruas de Atenas com uma lanterna acesa nas mãos em plena luz do dia na tentativa de encontrar um ser humano honesto. Filosofias à parte, o poeta Daniel Campos caminha pelas ruas com os sentimentos nus à procura da mulher amada.

Com isso, a poesia, ano a ano, passa a ser um sonho mais real na vida de Daniel Campos. Sonha amores impossíveis, amores inimagináveis, amores inatingíveis. Em suma, sonha-se o impossível. Em Sonhadeiro, acentua-se, a tendência dos poemas se tornarem mais leves.


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Moinhos de Ilusão

2001 - Poesia

Como um moinho que vai moendo e remoendo a ilusão, o poeta continua se entregando ao papel. Moinho impulsionado pelos ventos e pelas águas da ilusão. Em seu interior, as rodas do amor, da esperança, do sonho vão rodando sob o comando da ilusão.

No meio de um labirinto de paixões cegas, materiais, efêmeras e falsas, Daniel busca a saída para um amor puro. Mas quanto mais caminha e se embrenha nesse labirinto, o poeta parece se ver ainda mais perdido em face de um amor despido de qualquer interesse.


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Velas e Veleiros

2000 - Poesia

"Mil chegará, dois mil não passarás". Chegamos ao ano em que os profetas previram o final do mundo. Mas o mundo não acabou. Daniel depois de tentar trilhar um caminho na engenharia, deixa a escrita falar mais alto e ingressa na faculdade de jornalismo. Novos horizontes. Novos rumos. Novos destinos.

O poeta, como um veleiro, lança-se a mundos ainda não descobertos. Daniel, feito uma vela, vai queimando poesias a fio e velando os sentimentos do mundo. E aquela semente de inspiração que brotou de uma terra lírica, passa a ser uma semente de fogo. Uma chama poética que ateia naquele estudante de jornalismo ainda mais o fogo de sua sina. Sua sina poeta.

E as plantas crescem, dão flor, mas as plantas morrem, as flores secam, mas as sementes continuam.


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Cerne do Afeto

1999 - Poesia

As sementes dos primeiros poemas que brotaram em Sementeira, agora crescem e ganham força. Dia após dia, Daniel Campos é infestado, tomado, possuído pela poesia. E, sobretudo, a poesia lírica. Falar de amor passa a ser a sina do poeta nascido no interior de São Paulo. Tanto que se sofresse um corte longitudinal, numa espécie de autópsia, poderiam ser encontrados os cernes de um afeto que compõe um poeta que não tem vergonha de escrever o amor.

Em Cerne do Afeto, o autor dá vazão a uma poesia carregada de sentimento. Uma poesia que ama, que chora, que grita, que sofre, que dói, que se desespera. Um sentimento ainda bruto, que o poeta vai retirando do ar, como um psicógrafo. Poeta que colhe os sentimentos do universo para, veste-os de palavras e rimas, e os entrega a outros olhos. Mas no meio disso tudo o poeta vive esse sentimento. Daniel absorve esse sentimento e se doa a uma folha em branco.


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Berradeiro

1998 - Poesia

Os poemas não só brotam em Daniel Campos como uma sementeira de sentimentos, mas sussurram, murmuram, gemem, conversam, gritam, berram. Berram! Berras belezas. Berram prazeres. Berram sofreres. Berram o tempo. Berram olhos, pernas, mãos. Berram o encontro e o adeus. Enfim, berram vidas. É como se, num primeiro momento, amores, dores, paixões, incertezas, medos, vontades, sonhos berrassem a toda altura dentro do corpo do poeta e, num segundo momento, berrassem nas folhas de papel e ainda, num terceiro momento, berrassem nos olhos de quem abriga os versos.

Da esperança ao ódio, do amor ao caos, os berros berrados ecoam pela poesia. É como se a poesia sonhasse e de dor berrasse. É como se a poesia padecesse e de prazer berrasse. É como se a poesia entre pedras, espinhos e carcarás, brotasse e gritasse cada sílaba, cada palavra, cada verso. E os poemas vão nascendo e crescendo nesse caos onde mergulha o poeta.

Neste seu terceiro livro, o poeta ratifica sua doação à escrita em uma obra que berra à barbárie de sentimentos a um mundo recém descoberto. São poemas inquietos, revoltos, perturbadores. Em suma, Berradeiro é a tomada definitiva de Daniel Campos pela poesia.


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Pêssegos de Vênus

1997 - Romance em sonetos

Pêssegos de Vênus é o primeiro livro de Daniel Campos. À primeira vista, um livro de poemas. E em todas as outras, um romance. Em resumo: um romance, literalmente e fisicamente, poético. Afinal, além de todo caráter poético da história, esse romance não é estruturado em linhas de prosa, mas em sonetos. Mais especificamente, o livro é composto por 100 sonetos.

Toda a história se passa em uma plantação de pêssegos. Não há tempo nem espaço definidos, o que há de concreto é a terra, os pêssegos e um amor. Um amor que atribui à obra uma característica de ode à mulher amada. Por isso, Pêssegos de Vênus. Inspirado pelo ambiente do sítio de seu avô e pelo sonho da mulher amada, Daniel compõe uma obra que ao mesmo tempo é forte e delicada, em doses de ingenuidade e sedução.

Um romance poético que mistura um cenário simples à complexidade de um dos maiores remanescentes dos anos clássicos - o soneto. A linguagem tem um quê de teatro, o que atribui à obra um sabor de tragédia caipira.


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Sementeira

1997 - Poesia

Mais do que um livro, essa obra é a certidão de nascimento de um poeta. Definitivamente, um registro arqueológico. O livro é composto por poemas resgatados do fundo das gavetas e de guarda-roupas, manuscritos em cadernos de escola, bloquinhos de escritório e guardanapos de papel. Ou seja, Sementeira traz o início da produção de Daniel Campos, datada de 1997 e 1998.

Nas páginas desta obra, o leitor pode encontrar ?Poesia da Solidão?, que é o primeiro poema escrito por Daniel, em uma manhã de sábado, na casa de seus avós. Por uma razão que nem mesmo o poeta explica, os primeiros poemas foram escritos na casa de seus avós maternos. E foi naquele ambiente que Daniel escutou seu avô, lavrador por profissão e vocação, tantas vezes falar em sementeira.

O tempo levanta escuro lá no fundo do horizonte. E do flerte entre trovões e luzes relampejantes, desce a chuva. E com ela, as plantinhas do mato, depois de um tempo enclausuradas dentro de uma semente posta ou caída em uma terra fértil, ganham liberdade. É nessa óptica que os poemas deste livro rompem o terreno daquele recém-poeta como uma sementeira. Como se fossem fecundados por uma espécie de chuva de inspiração, vinda dos altos céus. Assim, naquele poeta adolescente uma outra vida vai brotando verde. Neste livro, podemos testemunhar a vida, ainda que verde, brotando de Daniel Campos.


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